Um agente de interface possui como característica a capacidade de ser apresentado através de um personagem familiar ao usuário. Essa personificação do agente de interface, conforme proposto por Bates (1992), traz uma “ilusão da vida”. Uma vez que o agente passa a ser representado como um personagem, ele permite que o usuário se sinta confortável ao utilizar o ambiente. Segundo Moraes (2005), isso possibilita ao usuário o prazer de interagir com um personagem real dentro de um ambiente virtual. Além destas características, o agente de interface ainda:
- Atua estritamente em benefício do utilizador
- Fornece vistoria, trabalho e perícia
- Perceber objetivos e traduzi-los em ações e mostrar resultados
- Obter mais informação
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